Um caso que chocou a todos foi o do ''médico das estrelas'' Roger Abdelmassih, acusado por crimes sexuais, tais como estupro e atentado violento ao pudor, totalizando 57 crimes.
Depois de um ano e três meses depois de sua prisão preventiva, o então presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Gilmar Mendes, deu-lhe liberdade, coisa que hipótese alguma deveria ter acontecido segundo as circunstâncias. Analismos dessa maneira: as pessoas famigeradas levam vantagem das demais? Pois era um médico renomado e bem quisto por celebridades e esperou quase um ano do julgamento em liberdade porque tem dinheiro - não é mentira, é a mais pura realidade. Caso fosse alguém com menos prestígio e com menor poder aquisitivo, o caso seria divinamente encerrado, pois não teriam nada para ''explorar'' do cidadão. Se um dentista cedase o paciente e fizesse os mesmos atos, o processo seria mais rápido e concluiriam o laudo logo, pois não há proteção de capital para refugia-lo.
Agora, o médico foi julgado a 278 anos de prisão, porém tem a chance de recorrer da sentença em liberdade, pois já que foi liberado e não aguardou a sentença do caso na prisão ele estará como qualquer outro ser-humano: livre, leve e solto, impune e imune na sociedade.
Quando falam que a justiça é divina, ela tem dois lados, e este é o mais visto por nós, da classe nbre da sociedade: telespectadores injuriados à imunidade do clero, depois dizem que não há discriminio com os inferiores ou com pessoas que não tem graduação em grandes aréas (medicina e advogacia) mostra visivelmente o ''pré-conceito'' grotesco na cara de quem se depara com a realidade - a cruel. Quando estas leis serão mudadas? Infelizmente nos lamentamos, pois o que é bom pra eles é ruim pra nós, o dinheiro move o lado deles e o nosso, sempre nos prejudicando, por não ser são julgados e, caso um dia forem, levarão vantagem pelo mesmo fator.
Direitos iguais nunca serão, de fato, equivalentes, você só se saírá ileso de uma acusação se tiver um advogado caro e de nome, não precisa ser nem competente. Os critérios são avaliados pelo nome e pelo ''caráter'' do mesmo. Utopia de vermos a igualdade, seja de raça, cor e classe social é nula. Lamentável e lastimável ligar a TV e deparar com isto. Brasil - Um país de tolos.
Depois de um ano e três meses depois de sua prisão preventiva, o então presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Gilmar Mendes, deu-lhe liberdade, coisa que hipótese alguma deveria ter acontecido segundo as circunstâncias. Analismos dessa maneira: as pessoas famigeradas levam vantagem das demais? Pois era um médico renomado e bem quisto por celebridades e esperou quase um ano do julgamento em liberdade porque tem dinheiro - não é mentira, é a mais pura realidade. Caso fosse alguém com menos prestígio e com menor poder aquisitivo, o caso seria divinamente encerrado, pois não teriam nada para ''explorar'' do cidadão. Se um dentista cedase o paciente e fizesse os mesmos atos, o processo seria mais rápido e concluiriam o laudo logo, pois não há proteção de capital para refugia-lo.
Agora, o médico foi julgado a 278 anos de prisão, porém tem a chance de recorrer da sentença em liberdade, pois já que foi liberado e não aguardou a sentença do caso na prisão ele estará como qualquer outro ser-humano: livre, leve e solto, impune e imune na sociedade.
Quando falam que a justiça é divina, ela tem dois lados, e este é o mais visto por nós, da classe nbre da sociedade: telespectadores injuriados à imunidade do clero, depois dizem que não há discriminio com os inferiores ou com pessoas que não tem graduação em grandes aréas (medicina e advogacia) mostra visivelmente o ''pré-conceito'' grotesco na cara de quem se depara com a realidade - a cruel. Quando estas leis serão mudadas? Infelizmente nos lamentamos, pois o que é bom pra eles é ruim pra nós, o dinheiro move o lado deles e o nosso, sempre nos prejudicando, por não ser são julgados e, caso um dia forem, levarão vantagem pelo mesmo fator.
Direitos iguais nunca serão, de fato, equivalentes, você só se saírá ileso de uma acusação se tiver um advogado caro e de nome, não precisa ser nem competente. Os critérios são avaliados pelo nome e pelo ''caráter'' do mesmo. Utopia de vermos a igualdade, seja de raça, cor e classe social é nula. Lamentável e lastimável ligar a TV e deparar com isto. Brasil - Um país de tolos.
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