segunda-feira, 15 de abril de 2013

Bola certa do governador. E não foi na política

     O réu confesso da morte dos seis taxistas no Rio Grande do Sul se entregou hoje. Trata-se de um jovem estudante de 21 anos que cursava gestão imobiliária na Ulbra, com trabalho, até parece ser mais um aspirante a vida querendo vencer na vida, mas aí há problemas patológicos enraizados.
    
     Segundo fora informado, o jovem foi abandonado pela mãe, que constituiu nova família, e pelo pai, que não o procura. Seu padastro é taxista, por ora, vê-se uma mágoa materna por causa deste, que fez o estudante a cometer tal ato. Não estou justificando, Freud explica isso, mas não eu, de forma leiga, digo que por sua mãe ter trocado um homem e ter deixados às traças seu filho ele tenha cometido tal insanidade, no que resultou em seis famílias órfãs.

     E, pela primeira vez, concordo com o governador Tarso Genro ao dizer que esse estudante é um psicopata. Quando comecei a escrever este texto pensei em fazer discórdia com o governador, mas tive de admitir que os problemas psicológicos dele são prognosticados como de um psicopatia. Antes, pensava que era um problema de sociopatia, mas pensei no método sanguinolento que ele teve em matar três taxistas onde residia e mais três onde nasceu e se criou, em Santana do Livramento. Um sociopata, que nada mais é que um ator das emoções e do sentimento supérfluo, não se enquadra nas condições psicológicas dele, pois matou por não conseguir superar seus traumas em ter sido deixado pela mãe, por isso matou os taxistas que atravessam a fronteira de seu problema para amenizar a sua dor de modo paleativo.

     Logo, concluo que o governador acertou na sua afirmação, depois de tantos erros em sua gestão, como a má estrututa de estradas estaduais, mesmo vendo que esse problema vem desde da gestão da Yeda. Mas de uma coisa é certa: que enquanto na política ele persiste no erro, na questão verbal ele acertou.

Nenhum comentário: