Eu relevei até onde pude, mas o técnico Vanderlei Luxemburgo está deteriorando o espírito cujo imortal do Grêmio. Anteriormente, o Grêmio vencia aos trancos e barrancos, mas obtinha vitória de forma honesta, forma esta que sempre se diferenciou dos clubes de eixo Rio-São Paulo. Mas agora tudo se torna igual.
Depois da classificação de ontem posso dizer que o "pôjeto" do "pôfessor" Luxemburgo tem sido equivalente à classifcação dos clubes que ele já treinou. Não que ele seja culpado, óbvio, mas ele que está dando esse espírito, dizendo que a "classificação é o que importa". Os gaúchos sempre reclamaram que os clubes paulistas e cariocas eram ladrões oriundos uma máfia do apito, pois não é que agora o Grêmio está sugando da mesma polpa? A classificação às oitavas de final da Libertadores teve dedo de erro da arbitragem, anulando o gol legítimo de Rhaynner na Arena, no jogo contra o Fluminense, fazendo valer a classificação mesmo com o empate lá no Chile. Se o Grêmio tivesse levado o gol contra o Fluminense, esse gol faria a desclassificação do clube gaúcho do grupo 8 da Libertadores. Ontem, no jogo contra o São Luiz, foi a gota d'água. O Grêmio fez uma partida apática, beirando a ridicularidade de quase todos os seus jogadores, como Fábio Aurélio, e sem o brilho de Zé Roberto. Nunca se fez tanta falta o Fernando na meia cancha do Grêmio. Enquanto isso, o árbrito da partida não deu o pênalti claro no camisa sete do São Luis, fazendo que a partida fosse para os pênaltis. Aí, me vem o dedo indicador do seu Luxemburgo ao botar os jogadores mais experientes a bater primeiro e deixando Alex Telles e Guilherme Biteco para ser os últimos cobradores. Por erro de um jogador, o Grêmio se classificou e vai a Caxias para jogar com o Juventude.
Não é de hoje que o Grêmio não joga com vontade, não mostra bom futebol de grupo, apenas salvando alguns jogadores como Zé Roberto e Fernando, que sustentam a base do time principal nos últimos tempos. Luxermburgo é culpado de tirar o copeirismo do Grêmio, porque ele bota seus bruxos do mesmo eixo Rio-São Paulo para jogar, como Fábio Aurélio, Cris, Dida e acabam transformando de um Grêmio imortal no Grêmio banal, que é beneficiado não pela bola, mas pelos erros grotescos das arbitragens. Se fosse ao contrário, o Grêmio ficaria anos e anos reclamando da desclassificação nas duas competições, assim como o Internacional faz até hoje com o pênalti não dado no Tinga, que fez o Corinthians ser campeão brasileiro em 2005. Grêmio precisa mostrar seu planejamento astronômico e milionário e dizer a que veio e não demosntrar a imprensa que o melhor time é que vence, pois assim vão ser nomeados como mais um dos larápias do futebol contemporâneo, por culpa parcial de Luxembrugo, mas com culpa total da arbitragem inócua que lhe favorece sempre.
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