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| Foto: Fábio Velozo / Facebook |
Questiono sua elevação. Penso que isso pode ser derrubado com uma quebra de faturamento nos supermercados e atacados do Rio Grande do Sul. Queria ver todo mundo unir-se contra a compra do tomate para notar se o preço não vai baixar novamente. Óbvio que ficam à mercê de estragarem, mas, mesmo assim, é desse jeito que se derruba os produtos caros no Brasil.
Quando soube da notícia, lembrei-me imediatamente do preço cobrado do açúcar em séculos passados, que alguns grãos valiam o preço de um castelo. Daqui a pouco vai valer mais o consumidor pagar com fatias de tomates, seu troco dado em grãos e os cheques com extratos de tomates, porque com esse preço dá para trocar o real pela fruta, né?
Além dele, vagem, beterraba e cebola, que, respectivamente, subiram 55,7%, 49,7% e 26% em apenas um mês no atacado, segundo números da Ceasa Minas, estão entre os assaltos à bolso armado dos gaúchos, que têm que se conscientizar para cortar os elevados custos de alimentos considerados fundamentais na saúde dos brasileiros. Assim, vai ser mais fácil comprar Melhopan a R$ 1,00 e outras porcarias, pois pagar por impostos o brasileiro não vai ser palhaço, ou vai?

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